26 de mar. de 2010

Desculpe a demora!

Logo terá mais informações sobre o blog! Desculpe o transtorno!

6 de mar. de 2010

Poema

*Desde o início, tudo mudou

O meio ambiente, já se transformou,

Tapamos nossos olhos, para não ver

Tudo que está acontecendo

Não queremos perceber

Animais famintos, outros extintos

As florestas mudaram

Muitas árvores derrubaram.

O povo consumista, não quer saber

A natureza pede ajuda,

Sem ninguém pra socorrer....*

Quero comentar que exclui o outro blog sobre o meio ambiente, ninguem se manifestou!
obrigado.........

5 de mar. de 2010

Rios poluídos

O que adianta conscientizar as pessoas, a não jogar lixo nos rios e mares, se ninguém faz na prática? O que adianta os políticos ficarem dizendo e não resolvem nada! O que adianta entregar panfletos, se ninguém le?

Vamos proteger o meio ambiente na prática!

beijos..

2 de mar. de 2010

Litoral mais sujo!

Poluição do Litoral :

Outrora, pensava-se que as substâncias residuais despejadas no mar se diluiriam e desapareceriam para sempre. Porém, essas substâncias permanecem, em movimento, no mar. As correntes deslocam os desperdícios de um lado para o outro, concentrado-os aqui e diluindo-os ali. As correntes ascendentes, nas áreas onde a água fria das profundezas sobe à superfície, podem trazer à luz resíduos perigosos, enterrados em locais que se pensava serem seguros. O litoral brasileiro nos últimos anos, vem sendo constantemente agredido pelo homem. Um dos maiores problemas é a poluição pelo derramamento de petróleo a partir de navios petroleiros ou, mesmo, devido a acidente com estes navios ou com oleodutos litorâneos.

Os litorais de São Paulo e Rio de Janeiro são os mais agredidos por esse tipo de poluição, dada a grande concentração demográfica e industrial nestes estados, exigindo-se grandes desembarques de petróleo nesta área, principalmente no terminal marítimo da Petrobrás em São Sebastião (SP). O vazamento de petróleo no mar implica no aparecimento da chamada "maré negra", que mata os peixes de toda a região poluída e escurece toda a areia da praia afetada. Além do petróleo, algumas indústrias químicas localizadas no litoral costumam despejar seus detritos no mar, poluindo as praias e causando grande mortalidade da fauna marinha. Outro sério problema enfrentado pelo litoral brasileiro é o despejo de dejetos, fazendo com que muitas praias se tornem um grande esgoto a céu aberto.

(Parabens ao site: http://www.infocefet.hpg.com.br/)

25 de fev. de 2010

Meio Ambiente em ação

A cidade Caraguatatuba está cada vez mais poluida !
Vejam essa foto! Eu te juro que não é um rio! Isso é puro esgoto!


Foto 2:


obs: O que será isso? Não tente beber essa água!

Que vergonha!

19 de fev. de 2010

Mascote para o blog!

Queridos blogueiros! NOVIDADES!!!

Quero sugestões para nosso mascote do meio ambiente, que seje algum animal das praias litoraneas!!!
deem dicas e truques!!

aH......mais uma coisa: Estou montando um site que vcs poderão escrever o que quiser!!!MAS É CLARO QUE TERÁ QUE TER PERMISSÃO..HAUAHAUAH

Deem seus e-mails que farei a autorização!! Podem começar a digitar!!!!!!!!!!!!!

Poluição subterranea

Poluição da Água Subterrânea

Inúmeras atividades do homem introduzem no meio ambiente substâncias ou características físicas que ali não existiam antes, ou que existiam em quantidades diferentes. A este processo chamamos de poluição. Assim como as atividades desenvolvidas pela humanidade são muito variáveis, também o são as formas e níveis de poluição.

Estas mudanças de características do meio físico poderão refletir de formas diferentes sobre a biota local, podendo ser prejudicial a algumas espécies e não a outras. De qualquer forma, considerando as interdependências das várias espécies, estas modificações levam sempre a desequilíbrios ecológicos. Resta saber quão intenso é este desequilíbrio e se é possível ser assimilado sem consequências catastróficas. Recentemente, a grande imprensa noticiou que em países europeus o uso intensivo de defensivos agrícolas levou a uma diminuição dos microorganismos e insetos do solo a ponto de estar retardando a reciclagem das fezes animais.

No geral os depósitos de água subterrânea são bem mais resistentes aos processos poluidores dos que os de água superficial, pois a camada de solo sobrejacente atua como filtro físico e químico. A facilidade de um poluente atingir a água subterrânea dependerá dos seguintes fatores:

a)Tipo de aquífero.

Os aquíferos freáticos são mais vulneráveis do que os confinados ou semiconfinados. Aquíferos porosos são mais resistentes dos que os fissurais, e entre estes os mais vulneráveis são os cársticos.

b)Profundidade do nível estático: (espessura da zona de aeração)

Como esta zona atua como um reator físico-químico, sua espessura tem papel importante. Espessuras maiores permitirão maior tempo de filtragem, além do que aumentarão o tempo de exposição do poluente aos agentes oxidantes e adsorventes presentes na zona de aeração.

c)Permeabilidade da zona de aeração e do aquífero.

A permeabilidade da zona de aeração é fundamental quando se pensa em poluição. Uma zona de aeração impermeável ou pouco permeável é uma barreira à penetração de poluentes no aquífero. Aquíferos extensos podem estar parcialmente recobertos por camadas impermeáveis em algumas áreas enquanto em outras acontece o inverso. Estas áreas de maior permeabilidade atuam como zona de recarga e têm uma importância fundamental em seu gerenciamento.

Por outro lado, alta permeabilidade (transmissividade) permitem uma rápida difusão da poluição. O avanço da mancha poluidora poderá ser acelerado pela exploração do aquífero, na medida que aumenta a velocidade do fluxo subterrâneo em direção às áreas onde está havendo a retirada de água. No caso de aquíferos litorâneos, a superexploração poderá levar à ruptura do frágil equilíbrio existente entre água doce e água salgada, produzindo o que se convencionou chamar de intrusão de água salgada.

d)Teor de matéria orgânica existente sobre o solo

A matéria orgânica tem grande capacidade de adsorver uma gama variada de metais pesados e moléculas orgânicas. Estudos no Estado do Paraná, onde está muito difundida a técnica do plantio direto, têm mostrado que o aumento do teor de matéria orgânica no solo tem sido responsável por uma grande diminuição do impacto ambiental da agricultura. Têm diminuído a quantidade de nitrato e sedimentos carregados para os cursos d’água. Segundo técnicos estaduais isto tem modificado o próprio aspecto da água da represa de Itaipu.

e)Tipo dos óxidos e minerais de argila existentes no solo.

Sabe-se que estes compostos, por suas cargas químicas superficiais, têm grande capacidade de reter uma série de elementos e compostos.

Na contaminação de um solo por nitrato, sabe-se que o manejo de fertilizantes, com adição de gesso ao solo, facilita a reciclagem do nitrogênio pelos vegetais e, consequentemente, a penetração do nitrato no solo é menor. Da mesma forma, a mobilidade dos íons nitratos é muito dependente do balanço de cargas. Solos com balanço positivo de cargas suportam mais nitrato. Neste particular, é de se notar que nos solos tropicais os minerais predominantes são óxidos de ferro e alumínio e caolinita, que possuem significante cargas positivas, o que permite interação do tipo íon-íon (interação forte) com uma gama variada de produto que devem sua atividade pesticida a grupos moleculares iônicos e polares.

Um poluente após atingir o solo, poderá passar por uma série reações químicas, bioquímicas, fotoquímicas e inter-relações físicas com os constituintes do solo antes de atingir a água subterrânea. Estas reações poderão neutralizar, modificar ou retardar a ação poluente. Em muitas situações a biotransformação e a decomposição ambiental dos compostos fitossanitários pode conduzir à formação de produtos com uma ação tóxica aguda mais intensa ou, então, possuidores de efeitos injuriosos não caracterizados nas moléculas precursoras. Exemplos: Dimetoato, um organofosforado, degrada-se em dimetoxon, cerca de 75 a 100 vezes mais tóxico. O malation produz, por decomposição, o 0,0,0-trimetilfosforotioato, que apresenta uma ação direta extremamente injuriosa no sistema nervoso central e nos pulmões, provocando hipotermia e queda no ritmo respiratório.

Os processos que agem sobre os poluentes que atingem o solo podem ser agrupados nas seguintes categorias:

Adsorção-desorção

Ácido-base

Solução-precipitação

Oxidação-redução

Associação iônica (complexação)

Síntese celular microbiana

Decaimento radioativo

A poluição capaz de atingir as águas subterrâneas pode ter origem variada. Considerando que os aquíferos são corpos tridimensionais, em geral extensos e profundos, diferentemente portanto dos cursos d’água, a forma da fonte poluidora tem importância fundamental nos estudos de impacto ambiental.

Fontes pontuais de poluição:

São as que atingem o aquífero através de um ponto. Exemplos: sumidouros de esgotos domésticos, comuns em comunidades rurais, aterros sanitários, vazamentos de depósitos de produtos químicos, vazamentos de dutos transportadores de esgotos domésticos ou produtos químicos. Estas fontes são responsáveis por poluições altamente concentradas na forma de plumas.

Fontes lineares de poluição

São as provocadas pela infiltração de águas superficiais de rios e canais contaminados. A possibilidade desta poluição ocorrer dependerá do sentido de fluxo hidráulico existente entre o curso d’água e o aquífero subjacente. É necessário enfatizar que, ao longo de um mesmo curso, há lugares onde o fluxo se dá do aquífero para o talvegue e outros onde se passa o inverso, isto é, as águas do rio se infiltram em direção ao aquífero. A existência de poços profundos em funcionamento nas proximidades do curso d’água poderá forçar a infiltração de água contaminada no aquífero invertendo o seu fluxo ou aumentando sua velocidade.

Fontes difusas de poluição

São as que contaminam áreas extensas. Normalmente são devidas a poluentes transportados por correntes aéreas, chuva e pela atividade agrícola. Em aglomerados urbanos, onde não haja rede de esgotamento sanitário, as fossas sépticas e sumidouros estão de tal forma regularmente espaçadas que o conjunto acaba por ser uma fonte difusa de poluição. A poluição proveniente das fontes difusas se caracterizam por ser de baixa concentração e atingir grande áreas.

Alguns estudos de casos sobre poluição e água subterrânea

Alexandre e Szikszay (1999) estudando a contaminação por As, Cu, Pb, e Zn, provenientes de herbicidas e fungicidas, dos solos e águas do lençol freático de região de vinicultura de Jundiaí, Estado de São Paulo, encontraram o seguinte:

a) os minerais predominantes nos solos estudados são o quartzo e a caolinita, havendo um horizonte enriquecido em ferro na parte superior da zona saturada.

b) O solo da área encontra-se poluído por chumbo e cobre.

c) Os principais responsáveis pela retenção do cobre, chumbo e zinco são os minerais ferruginosos.

d) Na parte superficial do solo a matéria orgânica é responsável pela retenção do cobre.

e) As águas do aquífero, cujo nível estático variava de 2,35 a 5,34 metros de profundidade, apresentaram teores, em geral, muito baixos destes elementos, com exceção do chumbo que chegou a ultrapassar o padrão de potabilidade (0,05mg/L).

Vê-se portanto que os solos tropicais apresentam forte tendência em reter os metais pesados lançados no solo pela atividade agrícola.

Entrem no site: http://www.meioambiente.pro.br/agua/guia/poluicao.htm

Vamos bater palmas para esse lindo site!

18 de fev. de 2010

protegendo o ambiente!

Vamos proteger o meio ambiente! Conscientizando a todos a preservar o meio ambiente.
Não jogue lixo no chão! Tudo que é jogado no chão, vai para o mar!

beijos

5 de fev. de 2010

Caraguá de 40 graus!

Caraguá está cada vez mais quente!!! Um dos caudadores desse fenomeno é o efeito estufa!
O que é efeito estufa????????????
Quando os efeitos gasosos do nitrogenio bloqueiam a atmosfera, causando um bloqueio nos raios solares que acabam voltando mais vezes a terra!
Bom........isso que lembro em aulas de biologia!!!

Na proxima vez eu escrevo mais detalhes!!

18 de jan. de 2010

Vandalismo

Quando as cidades recebem os turistas, muitos acabam destruindo nossas cidades, fazendo vandalismo.
Eles destroem tudo que vem pela frente! E destroem principamentes os cestos de lixos que estão espalhados pela cidade!
Aqui em Caraguatatuba existe mais lixo nas ruas do que dentro de um cesto de lixo!!!!
Não existe cestas de lixo na cidade!!! Por isso que vivem sujars!!!!!!!!!!

4 de jan. de 2010

Não polue nossa cidade!

Recado do dia:

NÃO POLUEM NOSSA CIDADE, SE FOR POLUIR QUE SEJE A SUA!

29 de dez. de 2009

Turismo x Lixo

No litoral norte, quando vem turista nas praias, muitos jogam o lixo e não se preoculpam com o meio ambiente!!!

Vamos conscientizar a todos que vão a praia, a não sujar o local!!!!!!!!!!!!!!!!! Por que jogar lixo em nossa cidade? Estão tão acostumados a jogar em suas cidades, neh???

Vamos proteger o meio ambiente!!

24 de dez. de 2009

Comemoração Ao Tamar!

Semana de Parabens ao Projeto Pró Tamar!

Parabens pelos seus 20 anos de carreira!!

E que continue protegendo  as tartarugas marinhas!!!

beijos e abraços a todos!!! Estou com saúdades de todos!!

16 de dez. de 2009

Avanço do mar

Quem já não percebeu que o mar andou avançando as ruas da cidade?
O clima está cada vez mais quente, provocando o avanço do mar nas cidades!
O homem construiu casas avançando as praias, matando arvores e deixando o morro careca, cada vez mais existe desmatamento de arvores no mundo!!!

Os lugares mais frios vão virar desertos quentes e os lugares quentes virarão um mar salgado!


figura 1: invasão do mar na estrada

9 de dez. de 2009

Efeito estufa

Muitos sabem que o efeito estufa é provocado por várias mudanças climáticas, e um dos causadores desse efeito é a poluição..tanto no ar...terra.....e mar...

Desde a revolução industrial..o homem solta por dia milhares de fumaças todo ano!!!
Esse efeito está ocorrendo derretimento nas calotas polares...um grande espelho de gelo..que se derrete com apenas um grau a mais!!!

Com esse problema de derretimento, muitos animais estão tendo dificuldade para se alimentarem...aquele camarãozinho chamado Krill..está sumindo...e é um dos alimentos mais disputados entre os animais mamiferos!!!

O canibalismo já existe entre o bando dos ursos polares e entre focas!! As mães comem seus bebes antes de completar a idade adulta! Será que é por causa do efeito estufa???

Não é apenas fumaça que o homem solta...muitas outras coisas que fazem o planeta ferver que nem batata quente!! As poluições dos mares, fazem mudar seu ecossistema... os animais que vivem nele morrem e surgem outros...assim vai..indo...

Mudanças de temperatura no Brasil e no mundo está até parecendo Estados Unidos!!! China...tem até maremoto..furacoes que nunca tinha!!!

Parabens!!! vcs estão matando o planeta!!

2 de dez. de 2009

Animais marinhos em extinção

Reportagem de Hoje:

Rio de Janeiro – Existem atualmente no país 238 espécies e subespécies de peixes e invertebrados aquáticos ameaçados de extinção. Entre elas, 41 apresentam estado mais crítico, como o marisco-do-junco, o ouriço-do-mar irregular, o cação-bico-doce e o surubim.


A maioria desses animais com risco de desaparecer tem seu habitat em regiões de Mata Atlântica e em estados litorâneos, onde a ação do homem, principalmente com o crescimento das construções imobiliárias, interfere no ciclo natural das espécies.

A informação consta do documento Fauna Ameaçada de Extinção: Invertebrados Aquáticos e Peixes – 2009, divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O documento é o quarto e último de uma série lançada pelo órgão, desde 2006, trazendo informações sobre aves; mamíferos, répteis e anfíbios; e insetos e outros invertebrados terrestres que podem entrar em extinção, totalizando uma lista de 632 espécies.

Segundo Lícia Leone Couto, bióloga do IBGE, a extinção dos animais está ligada à atividade humana. “A principal causa de extinção é a destruição do habitat das espécies e isso ocorre prioritariamente pela ação do homem. Por isso, o mapa aponta maior risco de extinção de animais que têm maior ocorrência em cidades costeiras, que têm grande atividade de construções imobiliárias”, explicou.

De acordo com o mapa, os cinco estados em que o risco de extinção dessas espécies é maior são: São Paulo, onde existem 86 espécies e subespécies ameaçadas; Rio de Janeiro, com 76; Rio Grande do Sul, que tem 55; Bahia, com 51; e Paraná, com 43.

A bióloga destacou como fatores que aceleram o processo de extinção a poluição das águas, a sobrepesca, a pesca esportiva e o comércio de peixes ornamentais. Lícia Leone Couto citou o caso do tubarão, cuja barbatana, altamente valorizada no mercado internacional, pode ser vendida por até US$ 1 mil o quilo.

O mapa de invertebrados aquáticos, assim como os outros três mapas já produzidos pelo IBGE, foram desenvolvidos com base na Lista das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, publicada em 2004 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Para o coordenador de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do IBGE, Celso José Monteiro Filho, o documento ajuda a alertar a população sobre o real risco que as espécies correm e a orientar políticas públicas.

“Quando os dados são organizados espacialmente em um mapa, é possível observar a real situação da conservação das espécies da fauna brasileira e, com isso, nortear ações públicas de preservação, como a criação de novas unidades de conservação, além de disponibilizar material rico a estudantes e pesquisadores da área”, ressaltou.

Thaís Leitão

Repórter da Agência Brasil

27 de nov. de 2009

Proteja as tartarugas

As tartarugas marinhas:

As tartarugas marinhas surgiram há mais ou menos 150 milhões de anos e conseguiram sobreviver a todas as mudanças ocorridas no planeta ao longo de todo este tempo. Porém, a sua origem foi na terra e, na sua aventura para o mar, evoluíram diferenciando-se de outros répteis.

Assim, o número de suas vértebras diminuiu e as vértebras restantes se fundiram às costelas, formando uma carapaça resistente, embora leve. As tartarugas perderam os dentes, ganharam uma espécie de bico e suas patas se transformaram em nadadeiras. Tudo isso para se adaptarem à vida no mar.

Elas são certamente mais antigas do que se pensava. A descoberta do mais velho fóssil de uma tartaruga marinha trouxe revelações das mais importantes sobre esses répteis, que vivem nos oceanos há mais de 100 milhões de anos. Há 110 milhões (desde o Cretáceo anterior) para ser mais exato.

A localização do mais antigo fóssil de tartaruga marinha no município de Santana do Cariri, na Chapada do Araripe, no interior do Ceará, permitiu corrigir a data do surgimento do animal, aumentando-a em 10 milhões de anos. A descoberta foi revelada por Ren Hirayama, paleontólogo e professor de Geologia da Universidade de Teikyo Heisei, no Japão.

O fóssil de apenas 20 cm de comprimento, chamado de Santanachelys gaffneyi, chegou as mãos do pesquisador japonês em 1992. Ele levou 3 anos, usando técnicas especiais, até chegar ao esqueleto da tartaruga.

Estudos preliminares indicam que o fóssil recém-descoberto não é muito diferente de suas primas mais distantes que nadam atualmente pelos oceanos terrestres. Portanto, o animal mudou muito pouco nesses milhões de anos.

Existem 8 espécies no planeta:

 "Como os répteis em geral, as tartarugas marinhas sofreram pouquíssimas alterações morfológicas, mesmo vivendo em um planeta que passou por terríveis e, às vezes, fatais transformações climáticas e geológicas.

 Elas pertencem a uma espécie animal muito bem adaptada à vida na terra."

Só para ter uma idéia de sua longetividade, os dinossauros, por exemplo, sumiram do mapa há 65 milhões de anos. As tartarugas no entanto, graças em parte à proteção de suas cascas, não somente escaparam como se adaptaram à vida no planeta de tal forma que podem ser encontradas em quase todos os recantos do mundo incluindo o Brasil e com excessão das regiões cobertas de gelo. E continuam resistindo bravamente.

As tartarugas marinhas podem medir 2 m de comprimento e chegar a pesar até 600 kg. Elas vivem em águas tropicais e estão mais adaptadas às águas frias devido a sua derme grossa e oleosa. Elas possuem extremamente desenvolvidos os sentidos da visão, do olfato e da audição, além de terem um senso de orientação impressionante.

A característica mais marcante da tartaruga de couro, por exemplo, é a consistência de sua carapaça que não é constituída de placas ósseas, mas sim recoberta por uma pele grossa e coriácea (semelhante ao couro).

As tartarugas-marinhas se alimentam basicamente de águas-vivas e de sua fauna acompanhante. Infelizmente, elas confundem sacos plásticos ou celofane com águas-vivas e correm o risco de morrerem por indigestão. Utiliza as patas como nadadeiras e nada a uma velocidade de 20 km/h.

A espécie de tartaruga verde se alimenta de algas e, por isso, é encontrada em grande quantidade no litoral brasileiro. Quando atinge a idade adulta, ou seja, 20 a 25 anos, a espécie vive dispersa na imensidão dos mares e sabe exatamente o momento e o local da reunião para reprodução. Nessa época, as tartarugas verdes viajam longas distâncias para retornarem às ilhas oceânicas onde nasceram para iniciar a desova.

 O filhote de tartaruga tem todas as unhas, mas ele as perde quando se torna adulto. Apenas o macho conserva uma unha, grande e recurvada, com a qual ele se agarra às costas da fêmea durante o acasalamento. Isto é necessário porque o acasalamento ocorre enquanto as tartarugas nadam.

 A fêmea escolhe um entre vários machos. A cópula dura várias horas, a fecundação é interna e uma fêmea pode ser fecundada por vários machos.

 Em geral, as fêmeas desovam de 4 a 6 vezes por temporada, com 61 a 126 ovos por ninho. Porém, mais da metade do ninho consiste de ovos não férteis. A incubação varia de 50 a 78 dias e a temperatura ideal é em torno de 29º C.

A ilha de Trindade é o maior ponto de desova da tartaruga verde no Brasil. As tartarugas tomam conta das praias para depositarem os seus ovos. Nas praias da Tartaruga e de Andradas, a areia é totalmente moldada por grande buracos, cada um com mais ou menos 2 metros de diâmetro, feitos pelas fêmeas para abrigar seus ninhos.

A luta pela sobrevivência da espécie impressiona e comove. Estima-se que, de cada mil tartarugas nascidas, apenas uma ou duas chegarão à idade adulta.

O governo Federal norte-americano listou a tartaruga-de-couro como em extinção mundial. A estimativa atual é de que existam apenas de 20 mil a 30 mil tartarugas de couro fêmeas em todo o mundo.

 Tamar :

O Projeto Tamar funciona há 21 anos e atua em 20 bases distribuídas por oito Estados da costa brasileira. A principal função do projeto é pesquisar o comportamento e elaborar ações para preservar as espécies, que servem para orientar o homem na redução dos efeitos nocivos no ambiente em que vivem os animais, como a pesca, a iluminação artificial e o tráfego de veículos nas áreas de desova.

 Para facilitar as pesquisas, as tartarugas encontradas na costa são marcadas com grampos de identificação, possibilitando o acompanhamento do crescimento e das rotas do animal.

Nas principais bases, pontos de desova e de alimentação, o Tamar mantém algumas espécies em cativeiro, que servem para estudos e principalmente para divulgação da importância do projeto e a conscientização da comunidade.

 Se na água, depois de uma certa idade, elas praticamente não têm predadores naturais, ao contrário em terra, encontram seus piores inimigos: o homem.

Quando vêm à praia para depositarem seus ovos, podem ser mortas e virar sopa, uma iguaria apreciada em várias regiões. E não é só: os ovos, de gosto muito forte, podem se transformar em omeletes com altos poderes afrodisíacos.

Também são caçados pelas propriedades de sua carapaça, armações de óculos feitas com o casco da tartaruga-de-pente (Eritmochelys imbricata, por exemplo, chegam a valer de 3 a 4 mil dólares.

 E mesmo em alto mar elas não estão a salvo. A tartaruga gigante (Dermochelys cariacea), por exemplo, é vítima da poluição. Muitas confundem sacos plásticos com água-viva, sua refeição predileta, e acabam engolindo a embalagem e morrendo sufocadas. Outras são vítimas das redes de pesca, principalmente de camarão. Presas, não conseguem subir à tona para respirar, e se afogam. Por tudo isso, o homem conseguiu a proeza de colocar as 8 espécies de tartarugas marinhas existentes, na lista dos animais em extinção.

Para mantê-las vivas, dezenas de entidades ambientalistas, como o Projeto Tartarugas marinhas (Tamar), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), procuram proteger os ninhos e criar leis que defendam esses animais da morte.

Por exemplo desde maio de 1994, todas as redes de pesca de arrasto de camarão devem, por lei, adotar um "dispositivo de exclusão de tartarugas" (DET). Esse equipamento consiste na abertura de uma grade de metal, instalada no interior do corpo da rede, para permitir que a tartaruga escape. O camarão pescado nestas condições pode ser comercializado com o certificado Turtle Safe (tartaruga salva).

 Período de desova, o nascimento dos filhotes e a vida adulta

A única oportunidade em que uma tartaruga marinha pode ser observada é quando chega o período da desova. Entre os meses de setembro e janeiro, as fêmeas saem da água e vêm enterrar os ovos na praia. Depois de escolher o lugar do ninho ela limpa a areia e demarca o que os pesquisadores chamam de cama - uma área de areia de aproximadamente dois metros quadrados.

 Só depois é que começa a cavar o ninho com as nadadeiras anteriores. No fundo, a cerca de 1m de profundidade, ela depositará de 100 a 120 ovos, cada um com o tamanho aproximado de uma bolinha de ping-pong. Quando termina a desova a tartaruga tampa o buraco com areia, usando as nadadeiras, compacta a abertura com o próprio corpo e retorna vagarosamente para a água.

Dentro da água as tartarugas são muito ariscas. Só pesquisadores experientes e ágeis conseguem capturá-las.

Depois de 45 a 60 dias os ovos começam a eclodir. Os filhotes nascem com aproximadamente 5cm de carapaça e 15g de peso e para chegarem à superfície, terão que escalar, uns sobre os outros, a distância que os separa da abertura.

 Depois de 2 dias, quando emergem parace um formigueiro. Todos os filhotinhos saem de uma só vez, é como se brotasse tartaruga da areia.

Desprotegidos e indefesos, eles ficam a mercê dos predadores.

O caminho entre o ninho e o mar é um campo minado. Nas praias virgens, os filhotes são devorados por aves, lagartos e caranguejos. Os que conseguem escapar partem desesperados para a água do mar, mas nem lá estarão totalmente a salvo.

 Outros predadores os aguardam sequiosamente.

As tartaruguinhas recém-nascidas têm energia acumulada suficiente para nadar pelo menos 24 horas sem parar, até encontrar um local seguro e farto em alimento. Os pesquisadores supõem que de cada mil filhotes apenas um ou dois irão chegar à idade adulta.

Do nascimento até a vida adulta, quando as tartarugas atingem a maturidade sexual, não se sabe exatamente o que acontece com elas. Esse período, que pode ser de dez ou mais, intriga os pesquisadores, e é historicamente conhecido como "ano perdido". Uma das coisas que se sabe é que as fêmeas, quando adultas, voltarão às mesmas praias onde nasceram, para desovar.

 Como elas conseguem reconhecer o local exato, é outra questão que permanece mergulhada em denso mistério.

Os cientistas supõem que os bichos tenham um olfato extremamente desenvolvido para reconhecer o cheiro da areia. Pode ser. Mas há também outras possíveis explicações. Segundo uma delas, os animais se orientariam pela posição da Lua e das estrelas. A descoberta de partículas de ferro no cérebro das tartarugas ensejou outra teoria: elas se orientam por meio de um campo magnético, como as aves. O fato pode ser comprovado pelas rotas migratórias que elas empreendem pelos oceanos do planeta.

A vida dos machos e o comportamento das tartarugas marinhas

 A vida dos machos é ainda mais difícil de acompanhar. "Dificilmente eles são vistos", afirma Paulin. "Além disso, só é possível diferenciar os sexos na fase adulta, quando eles apresentam um longo rabo e desenvolvem unhas que servem para enganchar na carapaça da fêmea e manter-se sobre ela durante a cópula. Uma vez apoiado, o macho, com a ajuda da cauda, introduz o pênis em sua cloaca", revela a pesquisadora.

Um tipo de comportamento das tartarugas marinhas chama a atenção pela singularidade e também por ser ainda incompreensível para os cientistas.

 O fenômeno ocorre com os animais do gênero Lepidochelys, comuns no Caribe, e é conhecido como arribada (chegada, em espanhol).

Durante três dias e três noites consecutivas, milhares de tartarugas marinhas fêmeas, de aproximadamente 30 a 40 cm, sobem à praia simultaneamente para desovar. "Parece um frenesi". Num trecho de apenas 8 ou 10 Km de extensão, dezenas de milhares de fêmeas desovam ao mesmo tempo. Na confusão uma coloca seus ovos sobre o ninho das outras. Centenas de ovos se quebram, produzindo um odor insuportável.

 O fenômeno ocorre entre os meses de junho e julho (verão no hemisfério norte) e ocorre em apenas três regiões específicas do planeta: uma no México, outra na Costa Rica e a última na Índia.

Entender mais sobre o comportamento e hábitos desse misteriosos animais é um desafio constante para os pesquisadores em todo o mundo. A tenaz persistência dos cientistas entretanto, é mais que justificável: sua missão é retirar todas as oito espécies de tartarugas marinhas da indesejável relação dos animais em risco de extinção. Logo elas, que são um dos animais mais antigos do planeta.

Fonte: educar.sc.usp.br

 As tartarugas marinhas nadam a mais de 20 quilômetros por hora. A temperatura do corpo também influi no ritmo da tartaruga. No inverno, o animal fica ainda mais lento.

Têm extremamente desenvolvidos a visão, o olfato e a audição, além de uma fantástica capacidade de orientação.

O ciclo de reprodução das tartarugas pode se repetir em intervalos de 1, 2 ou 3 anos, variando conforme a espécie e condições ambientais.

O acasalamento ocorre no mar. A fêmea escolhe um entre vários machos. A cópula dura várias horas, a fecundação é interna e uma fêmea pode ser fecundada por vários machos.

Uma mesma fêmea pode realizar de 3 a 5 desovas por temporada , com intervalos médios de 10 a 15 dias, cada uma com 130 ovos em média.

 A maior tartaruga marinha, a alaúde, consegue colocar 100 ovos em apenas dez minutos.

Em 2005, uma tartaruga marinha gigante das ilhas de Galápagos foi apontada pelos cientistas como o animal vivo mais antigo do planeta. Harriet, como é chamada, tem 175 anos e pode ter sido um dos exemplares analisados pelo cientista britânico Charles Darwin em 1835, em sua expedição ao arquipélago.

 Fonte: www.guiadoscuriosos.com.br

As tartarugas marinhas são vertebrados da ordem dos répteis, pertencentes ao grupo dos quelônios. Possuem caracteristicamente o corpo coberto por escamas e uma carapaça óssea a qual funde-se à coluna vertebral.

O grupo dos quelônios marinhos tem uma origem muito antiga e não apresenta modificações biológicas significativas nos últimos cento e oitenta milhões de anos. Portanto, os ancestrais das tartarugas marinhas atuais são contemporâneos dos dinossauros que, por motivos ainda não muito claros, foram extintos da face da Terra.

As tartarugas marinhas têm um corpo bastante adaptado para a vida no mar, onde as principais características são o desenvolvimento de uma forma hidrodinâmica do corpo, o qual é comprimido dorso-ventralmente; patas dianteiras e traseiras transformadas em remos, permitindo uma natação eficiente; excreção do excesso de sal ingerido com a água do mar e alimento através de glândulas especiais situadas na cabeça, os quais se abrem nas narinas.


A respiração é feita por pulmões e por isso, após cada mergulho (o qual pode ser bastante longo) as tartarugas necessitam vir à tona para respirar. Sabe-se que, por causa desta necessidade, centenas de tartarugas morrem todos os anos asfixiadas,presas a redes de pescadores em todo o mundo.

São animais ovíparos, botam seus ovos em terra, na areia das praias, fora do alcance das marés. A maturidade sexual ocorre em torno dos 15 anos de vida. Fêmeas são fecundadas pelos machos nas águas próximas à costa e a liberação dos ovos é escalonada, com uma média total de 400 a 500 ovos postos por estação, durante os meses de verão.

No Brasil, desovam de novembro a março, e regiões como Praia dos Tamoios (Espírito Santo), Santa Isabel (Alagoas), Fernando de Noronha e Lençóis Maranhenses (Maranhão) são consideradas primordiais para a manutenção das espécies que ocorrem na nossa costa. De todos os ovos postos, um máximo de 10 % sobreviverão à ação predatória de peixes, aves, caranguejos, mamíferos, inclusive do próprio homem, e chegarão à idade adulta.

A maioria das tartarugas marinhas é carnívora, alimentando-se de invertebrados e peixes. A tartaruga verde, quando adulta é essencialmente herbívora, mas consome animais e algas quando na fase imatura.

Algumas espécies de tartarugas marinhas podem ter grandes dimensões quando adultas, atingindo até mais de 800 Kg, como no caso da Tartaruga de Couro, ou 350 Kg (Tartaruga Verde)

As espécies de tartarugas presentes nos oceanos são 7, sendo que 5 delas ocorrem em águas brasileiras:

  • Tartaruga verde - Quelonia mydas
  •  
  • Tartaruga olivácea - Lepidochelys olivacea
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  • Tartaruga de pente - Eretmochelys imbricata
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  • Tartaruga careta - Caretta caretta
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  • Tartaruga de couro - Dermochelys coriacea
 Fonte: www.etall.hpg.ig.com.br

 As tartarugas marinhas estão entre os animais mais antigos do planeta. Elas existem há mais de 150 milhões de anos, e conseguiram sobreviver a todas as mudanças registradas no globo terrestre durante esse período. Originalmente, esses animais eram encontrados em terra firme, como outros répteis. Porém, com as mudanças sofridas ao longo dos anos, migraram para o mar, alterando também algumas características de seu corpo. O número de vértebras, por exemplo, diminuiu. Mesmo as que restaram não ficaram imutáveis, fundindo-se às costelas, formando uma carapaça resistente e leve. As tartarugas também perderam os dentes, ganhando uma espécie de bico, enquanto suas patas se transformaram em nadadeiras.

 Algumas tartarugas marinhas chegam a viver mais de 100 anos. Mas por serem espécies que migram entre oceanos, nascendo e vivendo em áreas diferentes, o conhecimento científico de sua ecologia é bastante difícil. Sabe-se, no entanto, que das sete espécies catalogadas no mundo, todas estão ameaçadas de extinção.

 Das espécies existentes, cinco usam o litoral brasileiro como área de desova ou de alimentação (cabeçuda, de pente, verde, oliva e gigante ou de couro). Particularmente no Brasil as maiores ameaças às tartarugas foram a caça empreendida pelas populações costeiras que capturam e matam o animal aproveitando-se do momento da desova, levando também os seus ovos, além da ocupação irregular do litoral. Inúmeras tartarugas também morrem em malhas de pesca nos locais de alimentação e desovas das espécies. A pesca incidental, a poluição dos oceanos e as doenças contagiosas como a fibropapilomatoses são atualmente as principais ameaças para a sobrevivência destes animais.

 As tartarugas não são animais de cérebro evoluído, mas têm a visão, o olfato e a audição extremamente desenvolvidos. Além disso, contam com uma impressionante capacidade de orientação, que faz com que, mesmo vivendo dispersas nos oceanos, saibam o momento e o local de reunir-se para a reprodução. Por serem espécies migratórias são considerados recursos compartilhados e protegidos por convenções internacionais.

O Projeto Tamar/Ibama, criado em 1980, é responsável pelas ações de conservação e pesquisa das tartarugas marinhas e o maior programa de conservação brasileiro.

O acasalamento ocorre no mar, quando machos e fêmeas se encontram para o período reprodutivo. A reprodução no litoral brasileiro ocorre entre os meses de setembro a fevereiro e entre dezembro e maio nas ilhas oceânicas. Uma fêmea pode realizar de três a cinco desovas por temporada , com intervalos médios de 10 a 15 dias, cada uma com cerca de 120 ovos, em média. Os filhotes nascem cerca de 50 dias após a postura dos ovos, incubadas pelo calor do sol.

 As espécies que podem ser encontradas no Brasil são as seguintes:

 Tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta):

Uma das principais características desta espécie é o tamanho avantajado da cabeça, proporcionalmente maior que a das outras espécies. A cabeça da tartaruga-cabeçuda chega a medir 25 centímetros, enquanto seu casco mede aproximadamente um metro e pesa cerca de 200 quilos. Esta é a espécie que faz o maior número de desovas nas praias do Brasil, procurando preferencialmente as praias do norte do Rio de Janeiro, da Bahia, Espírito Santo e Sergipe. Esta espécie de dorso marrom e ventre amarelado se alimenta principalmente de peixes, camarões, caramujos e algas. Graças à força de suas potentes mandíbulas, consegue triturar as conchas e carapaças de moluscos e crustáceos. O declínio no número de indivíduos da espécie em todo o mundo foi causado principalmente pela pesca intencional e acidental (em redes de pesca armadas para capturar outras espécies), perda de habitat por causa do desenvolvimento de áreas costeiras e desorientação causada pela iluminação artificial em algumas áreas costeiras.

Tartaruga-de-Pente (Eretmochelys imbricata):

A tartaruga de pente, também chamada de tartaruga verdadeira ou legítima, tem o casco formado por escamas marrons e amarelas, sobrepostas como as telhas de um telhado. Esse casco, que pode medir até um metro de comprimento e pesar 150 quilos, era utilizado na fabricação de pentes e armações de óculos, dando assim o peculiar nome popular à tartaruga. Além do casco, outra característica marcante da espécie é a boca, que lembra o formato de um bico de gavião. A tartaruga de pente alimenta-se principalmente em áreas de recifes marinhos costeiros de esponjas, ouriços, peixes, etc., sendo encontrada em todo o litoral do Nordeste. A principal área de desova da tartaruga-de-pente se encontra no litoral norte baiano. A espécie sempre foi muito caçada devido ao uso do casco para a fabricação de jóias. Graças às restrições impostas pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES), os níveis globais de caça e comércio da espécie caíram. No entanto, continua sendo uma das espécies mais ameaçadas de extinção no mundo todo.

 Tartaruga Verde (Chelonia mydas):

A tartaruga verde recebe esse nome por causa de seu casco, de coloração castanho esverdeada ou acinzentada, medindo cerca de 1,20m. Também chamada de aruanã, esta tartaruga alimenta-se apenas de algas, pesando em média 300 quilos. Jovens desta espécie podem ser encontrados ao longo de todo o litoral brasileiro, mas os adultos preferem ilhas oceânicas, como a ilha da Trindade (ES), o Atol das Rocas (RN) e o Arquipélago de Fernando de Noronha (PE) para desovar. O comércio internacional de tartarugas verdes é proibido, mas a captura ilegal para o consumo local ainda é registrada em diversas partes do mundo.

Tartaruga Oliva (Lepidochelys olivacea):

Com o casco de cor cinza esverdeada, a tartaruga oliva é a menor de todas as tartarugas marinhas, medindo cerca de 60 centímetros e pesando em torno de 60 quilos. Sua alimentação é baseada em peixes, moluscos, crustáceos. Seu apetite por uma grande variedade de alimentos acaba fazendo com que às vezes coma produtos não-adequados à sua dieta, como sacos plásticos e pedaços de isopor jogados fora pelos seres humanos. No Brasil, a maior concentração da espécie acontece no litoral de Sergipe.

Tartaruga Gigante ou de Couro (Dermochelys coriacea):
A tartaruga gigante é a maior espécie de tartaruga marinha conhecida, podendo medir até dois metros de comprimento de casco e pesar 700 quilos. Já foi encontrada inclusive uma tartaruga desta espécie que pesava 900 quilos! O casco da tartaruga gigante é preto, com alguns pontos azuis. Por causa da consistência desse casco, menos rígido que o de outras espécies, esta tartaruga também é conhecida como tartaruga de couro. Esta espécie também destaca-se pelas grandes nadadeiras frontais, que a tornam excelente nadadora, capaz de locomover-se por longas distâncias. Sua alimentação é baseada principalmente em ctenóforos e cnidários (águas-vivas). A tartaruga gigante prefere viver em alto mar (ambiente pelágico), aproximando-se da costa apenas para a desova. Poucas fêmeas desta espécie se aventuram em solo brasileiro, fazendo a desova em praias do litoral norte do Espírito Santo. É a espécie mais ameaçada no litoral brasileiro.

 Fonte: wwfbrasil.org.br


22 de nov. de 2009

Homem X Enchentes

As enchentes são fenômenos naturais que acontecem em todos os rios.

Na época das chuvas - que ocorre geralmente durante o verão, no sul do Brasil, e durante o inverno, na região norte - os rios enchem e alagam as terras em redor, chamadas áreas naturais de inundação. Isso é bom, porque a água deixa a terra mais fértil para o plantio. Mas a ação do homem mudou o curso natural das coisas...

Antigamente, antes de as cidades se formarem, a água entrava toda na terra. Quando o homem começou a tirar a vegetação e construir casas nas margens dos rios, as enchentes viraram um problemão. Sem as raízes das árvores, que funcionam como esponjas que seguram a água no solo, o volume de água que volta para os rios aumenta muito, e o risco de acontecer uma enchente "desastrosa" aumenta junto. As coisas pioraram nas cidades, porque os prédios, casas e o asfalto que recobre as ruas tapam o caminho da água até a terra, a chamada "impermeabilização do solo".

O lixo jogado nas ruas também contribui para os alagamentos, porque entope os bueiros e faz os córregos transbordarem.

Quando isso acontece, as pessoas correm maior risco de pegar doenças, já que as águas sobem e carregam esses detritos para ruas e casas, junto com urina de ratos (que provoca uma doença grave chamada leptospirose). Nessas águas estão também os esgotos não canalizados, que em muitas cidades do Brasil são despejados a céu aberto nos córregos, sem nenhum tratamento.

Fonte: Canal Kids, via internet

20 de nov. de 2009

Protegendo o Ambiente.

Por que devemos proteger o meio ambiente??

  • Sem os rios, mares e lagoas não teremos mais água, os animais ficarão com sede e morrerão
  • A maioria dos animais vivem no mar, rios e lagos e precisam deles para sobreviver.
  • Tudo começou no mar e alguns se adaptaram a vida terrestre.
  • Com o derretimento das calotas polares, alguns animais não vivem na água, ficarão sem alimento para caçar e comer seu alimento, ficarão com fome.
  • haverá guerra de comida, todos comerão a si proprio, não terá gerações futuras.
  • Poluir os mares mata os animais e toxica quem come-lo.
  • Não comeremos peixes, molucos e vertebrados, os rios e mares estão tão poluidos que teremos nojo de comer.
  • Não terá água potável.
  • Quando abrirão um peixe terá lixo dentro dele.....
  • Derrubar àrvores, não terá mais sombra...
  • Antigamente no Nordeste só tinha água, agora nem a terra aguenta e racha.
  • Nos lugares que precisará de água, não choverá e nos lugares que não precisa de água terá muita água.
  • A enchente é causada pelo lixo!!!!!!!!
  • A enchente é causada por muito prédios e casas...
  • A enchente é caudada por desmatamento ilegal... 
  • A poluição do ar faz mal para saúde.
  • A fumaça é como fumasse 5 maços ou mais por dia!
  • Poluir o ambiente causa problemas de saúde.
Por que poluir o ambiente?
Por que não proteger?
Por que agora se importam com isso?
Por que não antes?

Agora só pensam em proteger o ambiente por que ela está acabando.......

Agora só fazer sua parte.

18 de nov. de 2009

SOS Praias adverte:

Quem já não leu essa reportagem estrememente importante sobre jogar bituca de cigarro em vias publicas? Vou reforçar mais sobre esse assunto!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Comprovadamente, o cigarro foi a pior invenção do homem. Considerada a maior arma química de destruição em massa, existe uma estimativa, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de que no ano de 2020, o tabaco irá causar a morte de 10 milhões de pessoas.

Um dos produtos de consumo mais vendidos no mundo, o cigarro comanda legiões de compradores leais e tem um mercado em rápida expansão. Satisfeitos, os fabricantes comemoram o resultado de suas vendas, esquecendo de um detalhe: seus consumidores morrem um por um.

O tabagismo constitui-se em sério problema para a vida de seus usuários, afetando em muito a saúde dos fumantes, bem como das pessoas que com eles convivem em ambientes poluídos pela fumaça. Como se não bastasse o mal que causa às pessoas, o cigarro também prejudica o meio ambiente.

Muitos viciados acabam adquirindo o péssimo hábito jogar as pontas do cigarro em vias públicas. Com até setecentos aditivos usados em sua fabricação, esses filtros são extremamente prejudiciais à natureza. Segundo o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, o IBAMA, as pontas de cigarros acessas podem provocar queimadas e matar animais que as ingerem.

Preocupada com a quantidade de bitucas e lixos acumulados nas praias, a ong SOS Praias Brasil saiu mais uma vez em seu motorhome rumo às praias do Guarujá. Dessa vez, o objetivo foi de conscientizar as pessoas que assistiam a etapa de abertura do Circuito Petrobrás de Surfe Feminino, que aconteceu no último final de semana, na praia de Pitangueiras.

Foram realizadas gincanas ecológicas, na qual, não só as crianças participaram, mas também mulheres, homens, adolescentes, além da equipe da Petrobrás e da Vigor, patrocinadores do evento. A presidente da ong, Heloisa Azevedo, ficou muito feliz com o resultado. “Foram retirados cerca de 4 mil filtros de cigarro da areia, entre outros micro lixos”, comemora.

Aliado ao trabalho de conscientização, o casal, juntamente com as crianças, criam brinquedos com latinhas, canudos, tampinhas e palitos de sorvete recolhidos durante o evento. Após as gincanas realizadas, os participantes recebem brindes distribuídos pelos apoiadores.

Voluntária – Além de todas as pessoas que colaboraram na limpeza da praia, a SOS Praias ganhou uma importante ajuda durante todo o evento. A universitária Thãmily Massari, 21 anos, estava assistindo o campeonato e decidiu cooperar com o casal Heloisa e Marcelo Marinello.

Homem Bituca - Por todas as praias que percorre, Marcelo Marinello se transforma no Homem Bituca. Fantasiado, ele aborda as pessoas e distribui cinzeiros ecológicos, o Ecotray, contendo folhetos informativos sobre como usá-lo e os diversos danos causados pelos filtros de cigarros. Estudos realizados por biólogos mostraram que peixes, tartarugas, golfinhos e outros animais marinhos estão ingerindo tais coisas levando-os a morte por asfixia.

A SOS Praias Brasil conta com a parceria de empresas que valorizam a importância da preservação e respeito pela natureza como a Tent Beach, HD, Oakley e Abril. Quem abraçou recentemente a iniciativa da ong foram as empresas: Rip Curl e TF Rocket Shaper.

Publicada em 28/04/2006
Autor: Ellen Trinanes


Figura 1: Bituca de cigarro